Exame da OAB 2025 As Novas Tendências de Aprovação que Você Precisa Dominar

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Ah, o Exame da Ordem! Quem já passou por ele sabe bem a montanha-rrussa de emoções que é se preparar para conquistar a tão sonhada carteirinha da OAB.

Muita gente me pergunta, “Será que a prova vai ficar mais fácil ou mais difícil?”, ou “Quais são os temas que a FGV mais gosta de cobrar agora?”. E é super normal ter essas dúvidas, afinal, o cenário jurídico está sempre mudando, e com ele, as tendências do exame.

Eu mesma já senti na pele a pressão de ter que estar por dentro de cada detalhe, cada nova legislação, e percebi que a estratégia de estudo precisa evoluir junto com a prova.

Não é mais só decorar a lei seca, é preciso entender a dinâmica, a interdisciplinaridade e até as “pegadinhas” que a banca adora. Ultimamente, tenho notado uma ênfase maior em matérias como Ética Profissional, que continua sendo crucial com grande peso na prova, e uma cobrança cada vez mais contextualizada, exigindo raciocínio jurídico apurado, não apenas a memorização pura.

Além disso, a inclusão de novas disciplinas, como Direito Previdenciário, Direito Eleitoral e Direito Financeiro, em edições recentes, mostra que a OAB busca uma formação ainda mais completa para os futuros advogados.

Diante de tudo isso, a gente percebe que não dá para vacilar na preparação, né? É preciso focar no que realmente importa e adaptar o estudo às novas realidades.

Abaixo, vamos mergulhar de cabeça nas tendências mais recentes do Exame da OAB e descobrir como se preparar para garantir sua aprovação.

A Revolução na Abordagem das Disciplinas Clássicas

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Olha, quem já está nessa jornada há um tempinho ou já tentou a OAB algumas vezes, sabe que as disciplinas “básicas” nunca são tão básicas assim. Parece que a FGV sempre encontra um jeito novo de nos desafiar, não é mesmo? Eu, por exemplo, me lembro de quando achava que Direito Constitucional era só decorar artigos da CF. Que inocência! Hoje em dia, a banca quer ver se a gente realmente entendeu a essência dos princípios, se consegue aplicar a teoria em casos práticos que se aproximam da realidade de um advogado de verdade. Não basta saber a lei seca, é preciso interpretar, contextualizar e, acima de tudo, ter uma visão crítica. E confesso que, no começo, essa mudança me pegou de surpresa. A gente estuda por anos, foca no que “sempre caiu”, e de repente o jogo muda. É como se a prova estivesse amadurecendo junto com o profissional que ela quer formar, exigindo mais do que um bom memorizador, mas um raciocinador jurídico. As questões de Direito Administrativo, por exemplo, passaram de uma cobrança mais direta para cenários complexos envolvendo licitações, desapropriações e responsabilidade civil do Estado, pedindo uma análise aprofundada das nuances.

A Profundidade do Direito Constitucional e Administrativo

No Direito Constitucional, aprofundar-se em controle de constitucionalidade, direitos fundamentais, e organização dos poderes se tornou mais do que uma necessidade, é uma exigência. As questões não pedem mais apenas a definição de um instituto, mas a sua aplicação em situações hipotéticas, muitas vezes com um toque de atualidade. Lembro-me de uma questão recente que envolvia a atuação do Supremo Tribunal Federal em um caso de repercussão social enorme; não era só saber o artigo, era entender a doutrina e a jurisprudência. Já em Direito Administrativo, percebo uma ênfase maior nos princípios da administração pública, atos administrativos e, claro, nas polêmicas sobre improbidade administrativa. Meus alunos sempre me perguntam: “Professora, mas isso tudo não está na lei?”. E eu respondo: sim, está, mas a interpretação e a aplicação são a chave. É preciso estar atento aos informativos dos tribunais e às súmulas para não cair em pegadinhas.

Atualizações no Direito Civil e Processual Civil

Ah, o Direito Civil! Parece que a cada dia surge uma nova discussão sobre família, contratos ou sucessões. E a FGV adora pegar a gente nessas atualizações. Recentemente, notei uma cobrança mais intensa sobre o Direito Contratual e suas novas modalidades, especialmente as que envolvem o ambiente digital. O Processo Civil, então, nem se fala. Com a entrada em vigor do novo CPC, a gente teve que reaprender muita coisa. E a banca explora isso de uma forma que te faz pensar “será que eu realmente entendi a lógica processual?”. Tem que estar por dentro das inovações, dos prazos, dos recursos, e o mais importante, saber a razão de ser de cada instituto. Não é só decorar o artigo 1.009 do CPC, é compreender o cabimento do agravo de instrumento, a diferença entre ele e a apelação, e em que situações cada um se aplica. Eu mesma precisei de um bom tempo para internalizar algumas mudanças, e a melhor forma foi resolvendo muitas questões e discutindo os temas com colegas.

O Crescente Papel da Ética Profissional e Direitos Humanos

Se tem uma matéria que a gente não pode de jeito nenhum deixar de lado, é Ética Profissional. E não estou falando só porque é a que mais pesa na prova, com aquelas oito questões que podem definir sua aprovação. Estou falando porque a OAB quer, e com razão, que o futuro advogado tenha não só conhecimento jurídico, mas também um senso de responsabilidade e integridade inabalável. Eu já vi muitos colegas se dedicando horrores a Penal, Civil e Administrativo, mas subestimando a Ética, e pagando um preço alto por isso. A prova de Ética da FGV não é apenas sobre o Código de Ética e Disciplina ou o Estatuto da Advocacia e da OAB; é sobre a aplicação desses princípios no dia a dia, nas situações que envolvem o relacionamento com clientes, colegas, magistrados e o próprio tribunal. É sobre a postura que você terá como profissional. E olha, o mesmo vale para Direitos Humanos. É uma área que está cada vez mais em evidência, não só pela sua importância intrínseca, mas porque permeia todas as outras disciplinas. Não dá para ser um bom advogado sem entender de Direitos Humanos, certo?

Ética: O Pilar que Sustenta a Profissão

Quando falo em Ética, muita gente pensa naqueles artigos mais óbvios, sobre a proibição de captar clientes ou a necessidade de sigilo profissional. Mas a prova vai além. Ela testa a sua capacidade de discernimento em situações complexas, como um conflito de interesses ou a publicidade na advocacia, que sempre gera dúvidas. Eu sempre digo aos meus alunos: leiam o Estatuto e o Código com atenção, mas tentem visualizar as situações. Pensem como agiriam se estivessem diante de um dilema ético. É como se a banca quisesse garantir que estamos formando profissionais conscientes do seu papel social. E a beleza disso é que, ao estudar Ética de verdade, a gente não só se prepara para a prova, mas também para ser um advogado melhor e mais respeitado.

Direitos Humanos em Pauta: Além da Teoria

Direitos Humanos é uma matéria que me emociona, confesso. Não é só mais um tópico para memorizar. É sobre a dignidade da pessoa humana, sobre proteção de minorias, sobre a busca por justiça social. E a prova tem refletido essa importância. As questões não se restringem aos tratados internacionais; elas se conectam com o Direito Constitucional, Penal, Administrativo e até com o Direito do Trabalho. Já vi questões que pediam a aplicação de princípios de Direitos Humanos em casos de discriminação ou de violação de direitos em presídios. A FGV quer saber se você compreende o impacto desses direitos na vida das pessoas e se consegue defendê-los. É fundamental ter essa sensibilidade e entender que os Direitos Humanos não são um tema isolado, mas a base de todo o nosso sistema jurídico.

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Desvendando as Novas Matérias Obrigatórias

Ah, e as novidades no edital, hein? Lembram quando o universo do Exame da Ordem parecia mais estável? Pois é, agora temos novos personagens nesse palco, e eles vêm com tudo para testar nossa adaptabilidade. A inclusão de Direito Previdenciário, Direito Eleitoral e Direito Financeiro nas edições mais recentes mostra que a OAB está atenta às demandas do mercado e à formação de um advogado mais completo, com uma visão que vai além do tradicional. Confesso que, para mim, foi um choque no começo. “Mais matéria?”, pensei. “Onde vou encaixar isso?”. Mas, depois de analisar as provas, percebi que a cobrança dessas novas áreas, embora desafiadora, não é um bicho de sete cabeças se a gente se organizar direitinho. Não espere uma profundidade de pós-graduação, mas uma compreensão sólida dos fundamentos e das aplicações mais relevantes. É como se a prova estivesse nos preparando para os desafios que vêm por aí na advocacia, onde o profissional precisa ser cada vez mais multidisciplinar.

Mergulhando no Direito Previdenciário e Eleitoral

Direito Previdenciário, por exemplo, é uma área que tem crescido muito, especialmente com as reformas da previdência. As questões focam nos conceitos básicos, nos tipos de benefícios, nos requisitos para a concessão e nos aspectos processuais. Não é para se tornar um especialista em direito previdenciário da noite para o dia, mas para ter uma base sólida. Já o Direito Eleitoral, com o ciclo eleitoral cada vez mais presente em nossas vidas, também ganhou destaque. As provas abordam os princípios do Direito Eleitoral, o registro de candidaturas, a propaganda eleitoral e as infrações. Eu sugiro que vocês se concentrem nos fundamentos de cada uma, nos conceitos mais cobrados em concursos públicos e naquelas súmulas e orientações jurisprudenciais que são a cara da FGV. E, claro, sempre de olho nas notícias e nas mudanças legislativas, porque essas matérias são muito dinâmicas.

O Impacto do Direito Financeiro nas Provas

E o Direito Financeiro, que para muitos é um mistério? Ele chegou para mostrar que o advogado precisa entender também como o Estado arrecada e gasta. As questões geralmente giram em torno do orçamento público, das receitas e despesas, da dívida pública e da fiscalização financeira. Não é para ser um economista, mas para compreender a estrutura financeira do Estado e como ela se relaciona com outras áreas do direito, como o Direito Tributário e Administrativo. O segredo aqui é desmistificar a matéria. Não é tão complexa quanto parece à primeira vista. Focar nos princípios orçamentários, na Lei de Responsabilidade Fiscal e nas principais fontes de receita e despesa já é um excelente começo. É uma área que, de fato, te dá uma visão mais holística do funcionamento do aparelho estatal, algo muito valioso para qualquer advogado.

Estratégias de Estudo Inteligente para o Novo Cenário

Com tantas mudanças e a inclusão de novas matérias, muita gente me pergunta: “Como organizar o estudo para não enlouquecer?” E eu entendo perfeitamente essa angústia! O tempo é curto, a pressão é enorme, e parece que a cada edital a montanha de conteúdo só cresce. Mas calma, meu amigo, minha amiga! A chave não é estudar mais horas, mas estudar com mais inteligência. Eu mesma já passei por isso e percebi que a organização e a estratégia são tão importantes quanto o conteúdo em si. Não adianta querer abraçar o mundo e estudar tudo com a mesma intensidade. É preciso priorizar, focar nos pontos que a banca mais cobra e, acima de tudo, adaptar o seu plano de estudos às suas próprias necessidades e ao seu ritmo de aprendizado. Lembre-se que cada um tem um jeito único de aprender, e o que funciona para um, pode não funcionar para outro. O importante é encontrar a sua metodologia e ser consistente. A disciplina e a persistência são grandes aliados nessa jornada.

Organização do Tempo e Material de Estudo

A primeira coisa é montar um bom cronograma. Eu costumo sugerir que se separe as matérias em blocos, priorizando as de maior peso e as que você tem mais dificuldade. Dedique um tempo maior para Ética, por exemplo, e distribua as novas matérias ao longo da semana, sem sobrecarga. E o material? Menos é mais! Não tente ler 20 livros sobre o mesmo assunto. Escolha um bom material de base – um curso de confiança, um bom resumo – e foque nele. O ideal é ter um material que seja objetivo e que já venha com questões comentadas, para você ir fixando o conteúdo. E não se esqueça de reservar um tempo para revisar. A revisão é a alma da memorização, afinal, não adianta só aprender, tem que reter a informação.

Técnicas de Revisão Eficazes e Memorização

Quantas vezes a gente lê algo e, no dia seguinte, parece que evaporou? Comigo acontecia direto! Por isso, aprendi a valorizar as técnicas de revisão. Uma das que mais me ajudou foi a revisão espaçada, onde você revisa o conteúdo em intervalos cada vez maiores. Mapas mentais, flashcards e resumos feitos à mão também são ótimos para fixar. E uma dica de ouro: explique o conteúdo para você mesmo em voz alta, ou para um amigo. Quando você tem que verbalizar o que aprendeu, o cérebro trabalha de forma diferente e a memorização se torna muito mais eficiente. A FGV adora questões que exigem raciocínio, mas ter a base teórica bem consolidada é fundamental. Então, nada de subestimar a revisão e a memorização ativa!

Comparativo de Temas Relevantes no Exame da OAB (Últimas Edições)
Área do Direito Temas de Maior Incidência Nível de Cobrança Dica de Estudo
Ética Profissional Estatuto da OAB, Código de Ética, Publicidade na Advocacia, Sigilo Profissional Alta (8 questões) Leitura atenta da legislação, resolução de simulados específicos.
Direito Constitucional Direitos Fundamentais, Controle de Constitucionalidade, Poderes, Remédios Constitucionais Médio-Alto Análise de jurisprudência do STF, questões contextualizadas.
Direito Administrativo Atos Administrativos, Licitações, Servidores Públicos, Improbidade Administrativa Médio-Alto Foco em princípios, casos práticos e súmulas pertinentes.
Direito Civil Contratos, Família e Sucessões, Responsabilidade Civil, Direitos Reais Médio Atenção às atualizações legislativas e à doutrina moderna.
Direito Processual Civil Prazos, Recursos, Petição Inicial, Teoria Geral do Processo, Tutelas Provisórias Médio Muitos exercícios práticos e compreensão da lógica processual.
Direito Penal Teoria do Crime, Aplicação da Pena, Crimes em Espécie, Concurso de Pessoas Médio Análise de casos concretos, diferenciação de institutos.
Direito Processual Penal Inquérito Policial, Ação Penal, Provas, Nulidades, Recursos Médio Compreensão dos ritos e prazos, distinção entre princípios.
Direito do Trabalho Contrato de Trabalho, Jornada, Rescisão, Greve, Convenções Coletivas Médio Foco na CLT e nas Súmulas do TST.
Direito Processual do Trabalho Ritos, Recursos, Execução Trabalhista, Provas Médio Muitos exercícios, prazos e peculiaridades processuais.
Direito Tributário Princípios, Competência Tributária, Impostos, Contribuições Médio Entendimento da hierarquia das normas e do CTN.
Direito Previdenciário Benefícios, Segurados, Custeio, Carência Baixo-Médio (Novo) Foco nos conceitos básicos e reformas recentes.
Direito Eleitoral Princípios, Registro de Candidatura, Propaganda Eleitoral, Ilícitos Eleitorais Baixo-Médio (Novo) Atualizações legislativas, jurisprudência do TSE.
Direito Financeiro Orçamento Público, Receitas e Despesas, Dívida Pública, Lei de Responsabilidade Fiscal Baixo-Médio (Novo) Conceitos fundamentais e relação com outras áreas.
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A Importância da Resolução de Questões e Simulados

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Se tem um conselho que eu daria para qualquer pessoa se preparando para a OAB, seria este: resolva questões, muitas questões, incansavelmente! E não estou falando só de ler as alternativas e ver o gabarito. Estou falando de analisar cada opção, entender o porquê de estar certa ou errada, e revisar o conteúdo que está por trás daquele tema. Eu já passei por aquela fase de só ler a teoria e achar que estava pronta. Que engano! Foi quando comecei a focar na resolução de provas anteriores da FGV que eu realmente comecei a entender a “cara” da banca, as suas “pegadinhas” e o tipo de raciocínio que ela exige. É como um treino para um atleta: você pode saber toda a teoria do esporte, mas sem prática, a performance não vai ser a mesma. E os simulados? Ah, os simulados são seu grande termômetro. É a chance de testar seus conhecimentos e, mais importante, sua gestão de tempo e sua capacidade de lidar com a pressão no dia da prova. Não subestime a importância de se colocar na situação real do exame.

Praticando com Questões da FGV: O Segredo da Aprovação

A FGV tem um estilo muito particular. Ela adora casos práticos, questões interdisciplinares e enunciados longos que exigem muita atenção e capacidade de interpretação. Por isso, resolver as provas anteriores é fundamental. Eu costumo dizer que é como entrar na mente do examinador. Você começa a prever o tipo de pegadinha, os temas recorrentes e a forma como o conteúdo é cobrado. E não se limite a uma ou duas provas! Resolva o máximo que puder, e sempre cronometrando. Anote seus erros, identifique os temas que você tem mais dificuldade e volte para a teoria nessas áreas. É um ciclo contínuo de prática, análise e revisão. E uma dica valiosa: não tenha medo de errar nas questões. Cada erro é uma oportunidade de aprendizado.

Simulados Realistas para Avaliar o Desempenho

Fazer simulados é como ensaiar para uma grande peça de teatro. Você precisa se preparar para o ambiente, para o tempo, para a pressão. Eu sempre recomendo que meus alunos façam pelo menos três ou quatro simulados completos antes da prova, seguindo à risca as condições do exame: sem consulta, com o tempo cronometrado e em um ambiente tranquilo. Depois, analise cada simulado. Veja onde você foi bem, onde errou mais, qual matéria precisa de mais atenção. É essa autoavaliação que vai te dar o direcionamento certo para os últimos ajustes. E não se desespere se a pontuação não for a ideal no primeiro simulado. O objetivo é justamente identificar as falhas para corrigi-las antes do grande dia. É uma ferramenta poderosa de autoconhecimento e ajuste de rota.

Gerenciando a Pressão e Mantendo o Equilíbrio Mental

Ah, a pressão do Exame da Ordem! Quem nunca sentiu aquele frio na barriga, a ansiedade batendo à porta e a sensação de que não vai dar conta? Eu já passei por isso e sei o quanto é desgastante. A gente estuda, se dedica, mas a mente prega peças, não é? E nesse novo cenário, com mais matérias e a cobrança cada vez mais contextualizada, a pressão só aumenta. Mas quero te dizer uma coisa: você não está sozinho nessa. E o mais importante: cuidar da sua saúde mental é tão crucial quanto estudar o conteúdo jurídico. Não adianta ser um gênio do direito se a ansiedade te travar na hora da prova. Por isso, reserve um tempo para você, para relaxar, para fazer algo que você gosta. Um corpo e uma mente equilibrados são seus maiores aliados nessa jornada. Acredite em mim, já vi muita gente que sabia demais, mas sucumbiu à pressão no dia D. É preciso treinar a mente tanto quanto o conteúdo.

A Mente Forte: Combatendo a Ansiedade Pré-Prova

A ansiedade é uma inimiga traiçoeira. Ela chega de mansinho e, quando a gente percebe, já está dominando tudo. Para combatê-la, algumas estratégias simples podem fazer uma grande diferença. Primeiro, reconheça que é normal sentir ansiedade. Não se culpe por isso. Segundo, respire! Exercícios de respiração profunda podem acalmar o sistema nervoso. Terceiro, não se isole. Converse com amigos, familiares, com quem te apoia. Desabafar ajuda muito. E, se a ansiedade estiver muito forte, não hesite em procurar ajuda profissional. Um bom psicólogo pode te dar ferramentas valiosas para lidar com essa fase. Eu mesma, em momentos de muita pressão, encontrava conforto em uma boa caminhada ao ar livre ou ouvindo minhas músicas favoritas. Pequenas atitudes fazem uma diferença gigante.

Dicas Práticas para Manter o Foco e a Motivação

Manter o foco e a motivação durante uma preparação tão longa é um desafio e tanto. Uma dica que sempre dou é: celebre as pequenas vitórias! Conseguiu entender um tema complexo? Comemore! Acertou um número maior de questões? Reconheça seu esforço! Pequenas recompensas ajudam a manter a chama acesa. Além disso, varie seu método de estudo para não cair na rotina. Alterne entre leitura, videoaulas, resolução de questões e resumos. E não se esqueça de ter um propósito claro. Por que você quer ser advogado? Qual a sua motivação? Manter esse objetivo em mente nos momentos de desânimo é um combustível poderoso. E, acima de tudo, confie no seu potencial. Você chegou até aqui, você é capaz. Acredite em você!

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O Futuro da Advocacia e o Exame da Ordem

Pensar no Exame da Ordem é também pensar no futuro. Não é só sobre passar na prova, é sobre abrir as portas para uma carreira que está em constante transformação. A advocacia de hoje não é a mesma de 10, 20 anos atrás, e a tendência é que as mudanças se acelerem ainda mais. Novas tecnologias, a globalização, a crescente preocupação com questões ambientais e sociais… tudo isso molda o perfil do advogado que o mercado e a sociedade esperam. E o Exame da Ordem, ao incluir novas disciplinas e focar em uma abordagem mais contextualizada, está tentando acompanhar essa evolução. Ele não quer apenas um profissional que decora leis, mas alguém que consegue pensar de forma estratégica, que tem uma visão ampla e que está preparado para os desafios do século XXI. É uma porta de entrada para um universo de possibilidades, onde a capacidade de adaptação e o aprendizado contínuo serão suas maiores ferramentas.

Tendências Digitais e Novas Áreas de Atuação

A digitalização do Direito é uma realidade inegável. Acompanho de perto a ascensão do Legal Design, da inteligência artificial aplicada ao direito e da advocacia digital. Isso abre um leque imenso de novas áreas de atuação: proteção de dados (LGPD), direito digital, direito de startups, cibersegurança. O advogado do futuro precisa ter não só o conhecimento jurídico, mas também uma compreensão básica dessas tecnologias e suas implicações legais. E o Exame da Ordem, ao exigir um raciocínio mais crítico e adaptável, está, de certa forma, preparando-nos para isso. Não é mais suficiente ser especialista em uma única área; é preciso ter uma visão multidisciplinar e estar aberto ao aprendizado contínuo, para que possamos nos posicionar nesse novo cenário.

A OAB Como Porta de Entrada para um Mundo em Transformação

Passar no Exame da Ordem é mais do que receber a carteirinha; é validar sua capacidade de pensar juridicamente e de atuar como um profissional. É a porta de entrada para um mundo que exige cada vez mais versatilidade, ética e conhecimento aplicado. Eu sempre digo que a OAB não é o fim da jornada, mas o início de uma aventura incrível. Ela te prepara para os primeiros passos, mas é no dia a dia da profissão que você vai continuar aprendendo e se desenvolvendo. Então, encare o exame não apenas como um obstáculo a ser superado, mas como uma etapa fundamental para se tornar um advogado ou advogada completo, capaz de fazer a diferença em um mundo que está em constante movimento.

Para Finalizar

Bom, meus amigos e futuras colegas advogadas e advogados, chegamos ao fim de mais uma conversa sobre essa jornada tão intensa que é a preparação para o Exame de Ordem. Espero de coração que as reflexões e dicas que compartilhamos aqui possam clarear um pouco o caminho de vocês. Lembrem-se que passar na OAB não é apenas uma formalidade, é o reconhecimento de todo o esforço, da paixão pelo Direito e do compromisso que vocês terão com a justiça e com a sociedade. Não é fácil, eu sei, já estive aí, sentindo cada pontinha de ansiedade e cada desafio. Mas é totalmente possível, e o mais importante é que vocês estão se preparando para uma profissão linda, cheia de propósito e constante aprendizado. Confiem no processo, na dedicação de vocês e, acima de tudo, na capacidade de se adaptarem a um cenário jurídico que está sempre em movimento. Acreditem, cada minuto de estudo vale a pena. A advocacia espera por vocês!

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Dicas Valiosas para o seu Estudo

1. Organize-se com Inteligência: Não se limite a um cronograma rígido. Adapte seu plano de estudos semanalmente, priorizando as matérias que a FGV mais cobra e aquelas em que você sente maior dificuldade. Use ferramentas digitais ou um bom caderno para mapear seu progresso e ajustar o foco quando necessário. Lembre-se, o tempo é um recurso valioso, e a forma como você o gerencia pode ser o diferencial entre a aprovação e a necessidade de uma nova tentativa. Eu, por exemplo, sempre usava a primeira hora do dia para revisar temas que considerava mais desafiadores, assim garantia que eles não seriam deixados de lado. É uma questão de estratégia pessoal e autoconhecimento do seu ritmo.

2. Domine a Resolução de Questões: Não basta resolver, é preciso entender a lógica por trás de cada questão. Ao fazer as provas anteriores da FGV, não se contente apenas com o gabarito. Analise os erros e acertos, identifique qual parte do conteúdo você precisa aprofundar e utilize os comentários das questões para consolidar o aprendizado. Fazer simulados em condições reais de prova é crucial para gerenciar o tempo e a pressão. Eu costumava fazer um “pós-simulado” exaustivo, revisando cada item, mesmo os que eu tinha acertado, para garantir que realmente dominava o tema e não apenas “chutei” certo.

3. Cuide da sua Saúde Mental e Física: A preparação para a OAB é uma maratona, não um sprint. Inclua momentos de lazer, atividade física e descanso adequado na sua rotina. Uma mente e um corpo saudáveis são essenciais para absorver e reter informações. Não subestime o poder de uma boa noite de sono ou de uma caminhada para espairecer. Já vi muitos colegas que sabiam o conteúdo de cor, mas que, no dia da prova, a ansiedade e o esgotamento mental os impediram de performar. Priorizar seu bem-estar é investir no seu sucesso a longo prazo.

4. Mantenha-se Atualizado com a Jurisprudência: A FGV adora questões que exigem a aplicação de entendimentos jurisprudenciais recentes, especialmente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Crie o hábito de acompanhar os informativos dos tribunais e as principais súmulas. Muitas vezes, a pegadinha da prova está na atualização de um determinado tema ou na interpretação que os tribunais vêm dando a um artigo de lei. Isso mostra à banca que você não está apenas memorizando, mas sim compreendendo a dinâmica do Direito em sua prática.

5. Construa uma Rede de Apoio: Estudar sozinho pode ser solitário e desmotivador. Procure grupos de estudo, participe de fóruns ou converse com colegas que também estão na mesma jornada. Trocar experiências, tirar dúvidas e até mesmo desabafar sobre as dificuldades pode ser um alívio enorme e uma fonte de motivação. Ter alguém para compartilhar os desafios e as conquistas torna o processo mais leve e prazeroso. Lembro-me de como era fundamental para mim ter um grupo de amigos para discutir os temas mais complexos e, às vezes, só para rir um pouco e aliviar a tensão.

Pontos Chave para Fixar

A preparação para o Exame da Ordem, especialmente com as recentes inclusões de novas disciplinas e a abordagem cada vez mais prática e contextualizada da FGV, exige uma mudança de mentalidade. O sucesso não virá apenas da memorização de artigos de lei, mas sim da sua capacidade de interpretar, raciocinar criticamente e aplicar o Direito em cenários complexos, que se aproximam da realidade profissional. É fundamental reconhecer a importância das disciplinas “clássicas” e, ao mesmo tempo, abraçar os “novos” conhecimentos em Previdenciário, Eleitoral e Financeiro, vendo-os como ferramentas que te tornarão um advogado mais completo e adaptado às demandas do mercado atual. A Ética Profissional e os Direitos Humanos, mais do que matérias, são pilares que sustentam a integridade e o propósito da advocacia, devendo ser estudados com a seriedade que merecem. Por fim, lembre-se que o equilíbrio mental, a persistência e a estratégia inteligente de estudo – com muita resolução de questões e simulados – são tão cruciais quanto o próprio conteúdo jurídico para a sua aprovação e para o início de uma carreira promissora e impactante.

Perguntas Frequentes (FAQ) 📖

P: O Exame da OAB em 2025 está realmente mais difícil? Quais são as maiores mudanças?

R: Olha, essa é a pergunta de ouro que muita gente me faz! E a verdade é que sim, a prova da OAB mantém um alto nível de exigência, e em 2025 não é diferente.
Eu, que já passei por isso, percebo que a dificuldade não está só no volume de conteúdo, mas na forma como ele é cobrado. A FGV adora questões mais contextualizadas, que pedem raciocínio jurídico apurado e não apenas a memorização da lei seca.
Isso significa que você precisa entender como aplicar o Direito na prática, como se já estivesse advogando, sabe? Não é só saber o que está escrito, é saber usar!
Uma das mudanças mais significativas que senti na pele e vi impactar muitos colegas foi a inclusão de três novas disciplinas na primeira fase: Direito Eleitoral, Direito Financeiro e Direito Previdenciário.
Essas matérias passaram a ser cobradas a partir do 38º Exame de Ordem e, mesmo tendo apenas duas questões cada, o que soma 6 questões no total, elas representam um diferencial importante para alcançar os 40 pontos necessários para a aprovação na primeira fase.
Para quem está há um tempo afastado dos estudos ou não teve essas disciplinas aprofundadas na faculdade, é um desafio extra, mas superável com o direcionamento certo!

P: Com a inclusão de novas disciplinas e essa pegada mais contextualizada, como devo adaptar minha estratégia de estudos para a primeira fase?

R: Essa é a parte que eu mais gosto de ajudar! Com as novas disciplinas e a cobrança mais interpretativa da FGV, não dá para estudar de qualquer jeito. Primeiro, a palavra de ordem é priorização.
Eu sempre digo: não tente abraçar o mundo! É fundamental focar nas matérias com maior peso e nos temas mais recorrentes. Ética Profissional continua sendo a “queridinha” da FGV, com 8 questões, então, pessoal, deem um carinho especial para ela!
Além dela, Direito Civil, Processo Civil, Constitucional, Penal e Processo Penal também têm um peso grande, com 6 questões cada. As novas disciplinas (Eleitoral, Financeiro e Previdenciário), mesmo com 2 questões cada, não podem ser ignoradas.
Minha dica de ouro, baseada na minha própria experiência, é que vocês devem resolver muitas questões de provas anteriores da FGV. Isso não só ajuda a fixar o conteúdo, mas te familiariza com o estilo de cobrança, as “pegadinhas” e a extensão dos enunciados.
Criei um hábito de cronometrar o tempo de resolução, porque tempo é ouro na OAB! Você tem cerca de 3 minutos e meio por questão, e ler enunciados enormes exige agilidade.
Fazer simulados com frequência também é crucial para treinar o tempo de prova e gerenciar a ansiedade. E, claro, não se esqueçam dos resumos, mapas mentais e flashcards – eles salvam a vida na hora da revisão.

P: Qual a melhor forma de organizar o tempo de estudo e quais recursos são mais eficientes para garantir a aprovação em 2025?

R: Organização é tudo, meus amigos! Eu sempre falo que a jornada da OAB é uma maratona, não um sprint. Um cronograma de estudos bem-feito, que priorize as disciplinas mais importantes e os temas mais cobrados, é o seu melhor amigo.
Eu, particularmente, gostava de dividir o dia em blocos de estudo, alternando matérias “pesadas” com as de menor peso para não cansar a mente. Uma coisa que fez uma diferença absurda na minha preparação foi usar materiais focados na FGV.
Não adianta pegar provas muito antigas ou materiais que não são específicos para a OAB, porque a banca tem um perfil único. Hoje em dia, temos acesso a cursos online completos, com professores especializados e Livros Digitais Interativos (LDIs) que integram tudo em um só lugar, o que otimiza demais o tempo.
E uma coisa que ninguém deve negligenciar é a saúde mental e física! A pressão é real, eu sei bem, mas tirar um tempo para se exercitar, dormir bem e ter momentos de lazer é tão importante quanto estudar.
A mente descansada absorve muito mais. Além disso, participar de grupos de estudo, como os que indico aqui no blog, ou até mesmo um acompanhamento com um mentor, pode dar aquele gás e o direcionamento que falta.
Pense na sua aprovação como um projeto: planeje, execute, revise e cuide de você! Assim, a sua “vermelhinha” estará mais perto do que você imagina.

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