Caros colegas advogados e profissionais do direito, quem nunca sentiu um frio na barriga ao redigir uma petição inicial ou uma contestação crucial? Eu sei bem como é!

A verdade é que a arte de escrever documentos processuais vai muito além de conhecer a lei; exige precisão, persuasão e um toque estratégico que só a experiência nos ensina.
Com o avanço da tecnologia, que está revolucionando a forma como interagimos com o direito, e algumas técnicas de ouro que aprendi ao longo dos anos, é possível simplificar esse processo e garantir que seus argumentos se destaquem de forma impecável.
Preparem-se para elevar o nível da sua prática jurídica. Abaixo, vamos explorar em detalhes como transformar seus documentos jurídicos em verdadeiras ferramentas de sucesso!
Com certeza! A paixão pela escrita jurídica e o desejo de ver nossos colegas brilharem é algo que me move. Afinal, a gente sabe que cada palavra conta, e um documento bem redigido pode ser a chave para um caso de sucesso.
Vamos mergulhar fundo e descomplicar essa arte!
A Magia da Linguagem Simples: Menos Juridiquês, Mais Conexão
Simplificando o Complexo para Conquistar a Mente do Julgador
Quem de nós nunca se pegou pensando se aquela expressão em latim ou aquele jargão super técnico realmente era necessário? Eu já! E, sinceramente, a minha experiência me mostrou que a clareza é ouro na advocacia.
Quando começamos a descomplicar, a escrever de forma mais direta e acessível, a gente não só se conecta melhor com o cliente, mas, principalmente, com o julgador.
Sabe aquele juiz que tem uma pilha de processos na mesa? Ele vai agradecer se seu texto for fácil de entender logo de cara. Não é sobre subestimar a inteligência de ninguém, mas sim sobre otimizar a comunicação.
A “Plain Language”, ou linguagem clara, tem ganhado muita força e não é à toa. Ela preza pela simplicidade e pela compreensão, utilizando frases mais curtas, vocabulário simples e uma estruturação lógica.
Isso não só torna os documentos mais acessíveis, mas também transmite empatia e profissionalismo, elementos que, para mim, fazem toda a diferença. Já vi casos onde a petição mais “bonita” no sentido tradicional se perdeu em meio à complexidade, enquanto um texto mais simples e direto ao ponto capturou a atenção e convenceu.
É sobre impactar, não impressionar com termos que ninguém entende.
A Eliminação do “Juridiquês” Inútil e o Poder da Objetividade
O “juridiquês”, com seu excesso de adjetivos, advérbios e latinismos desnecessários, pode ser um verdadeiro tiro no pé. Ele não só dificulta o entendimento para o cidadão comum, mas também pode criar uma barreira até para outros profissionais do direito.
Eu sempre digo aos meus mentorados: “Se você pode dizer a mesma coisa de forma mais simples e sem perder o rigor técnico, por que não o faria?”. A linguagem formal é importante, sim, mas não precisa ser rebuscada.
Prefiro usar verbos incisivos e diretos, evitando aquelas orações longas que só cansam quem lê. Pense assim: cada palavra no seu documento deve ter um propósito.
Se não contribui para a clareza ou para a persuasão, provavelmente está sobrando. Essa concisão não só poupa o tempo do leitor – e tempo é dinheiro, né?
–, mas também garante que a sua mensagem principal não se perca em meio a rodeios desnecessários. É um exercício constante, eu sei, mas que traz resultados incríveis para a nossa prática.
A Tecnologia como Sua Maior Aliada na Redação Jurídica
Inteligência Artificial: Uma Ferramenta Estratégica, Não uma Substituição
Gente, vamos ser sinceros: quem não se sente sobrecarregado com a quantidade de tarefas rotineiras no escritório? Pesquisar jurisprudência, redigir minutas…
Ufa! É aí que a Inteligência Artificial (IA) entra em cena e muda o jogo. Eu, particularmente, vejo a IA como uma parceira poderosa, capaz de nos ajudar a otimizar processos e focar no que realmente importa: a estratégia jurídica.
Ferramentas de IA já podem auxiliar na redação de petições, gerando documentos complexos de forma mais rápida e com uma precisão que minimiza erros de digitação e formatação.
É como ter um assistente superdotado que faz o trabalho braçal enquanto você pensa no “grande plano”. Mas atenção: ela não substitui a nossa expertise humana.
É crucial revisar tudo que a IA gera, usar a nossa sensibilidade e conhecimento para refinar os argumentos e garantir que o texto tenha aquele “toque humano” indispensável.
A IA nos liberta de tarefas repetitivas para que possamos ser estrategistas mais eficazes.
Otimizando a Pesquisa e Análise com Ferramentas Inteligentes
Uma petição bem fundamentada exige uma pesquisa exaustiva, não é mesmo? E quem não perdeu horas e horas mergulhado em bases de dados? Com a IA, essa realidade está mudando.
A capacidade de processar e organizar grandes volumes de informações jurídicas em questão de minutos é algo que, para mim, é revolucionário. Ela pode nos ajudar a encontrar precedentes relevantes, analisar padrões de decisões judiciais e até mesmo antecipar desdobramentos de um caso.
Isso nos permite construir argumentos mais sólidos e embasados, com a certeza de que exploramos as melhores opções disponíveis. É como ter um mapa muito mais detalhado para navegar no complexo oceano do direito.
Mas lembrem-se, a decisão final, a interpretação e a alma do argumento, isso ainda é nosso. A tecnologia é um amplificador da nossa capacidade, não um substituto da nossa mente.
Estrutura que Conquista: Organização e Fluxo do Texto
Construindo uma Argumentação Lógica e Persuasiva
A forma como apresentamos nossos argumentos é tão vital quanto os próprios argumentos. Pensem no seu documento como uma história: ela precisa ter um começo, meio e fim que guiem o leitor de forma natural e convincente.
Eu, por exemplo, sempre começo com uma introdução que contextualiza o assunto, depois desenvolvo os argumentos de maneira clara e lógica, e finalizo com um resumo das minhas principais ideias e recomendações.
Essa organização não só facilita a leitura e a compreensão, mas também fortalece a nossa capacidade de persuadir. É fundamental que cada ponto esteja interligado, criando uma narrativa coesa que o julgador possa seguir sem esforço.
Uma argumentação jurídica eficaz deve ser clara, fundamentada e convincente, usando a linguagem adequada para envolver o leitor racionalmente.
O Poder dos Títulos, Subtítulos e Parágrafos Concisos
Se tem algo que aprendi com a prática e também com as demandas do mundo digital, é que ninguém tem tempo para blocos gigantes de texto. A apresentação visual do nosso documento importa demais!
Títulos e subtítulos claros são como placas de sinalização que guiam o leitor pelo nosso raciocínio. Eu costumo usar parágrafos curtos, de preferência entre 3 a 5 linhas, porque isso evita que o leitor se sinta sobrecarregado e torna a leitura muito mais dinâmica e agradável.
E claro, não podemos esquecer de usar o negrito para destacar termos e conceitos importantes, chamando a atenção para o que realmente merece destaque.
Acreditem, uma boa formatação com espaçamento adequado e fontes legíveis faz uma diferença tremenda na experiência de quem lê, nos ajudando a ir além de meros textos prolixos.
É como arrumar a casa antes de receber uma visita importante: tudo no seu devido lugar, limpo e convidativo.
A Arte de Humanizar o Texto Jurídico: Emoção e Empatia
O Toque Pessoal que Transforma Argumentos em Conexões
Muitos colegas ainda acham que o direito é só lógica fria, números e leis. Mas eu, de verdade, acredito que ele é feito por e para pessoas. E é por isso que, de vez em quando, um apelo emocional bem colocado pode ser um divisor de águas.
Não estou falando para dramatizar, mas para humanizar. Para mim, a persuasão vai além da razão; ela também toca o coração. Quando conseguimos mostrar a dor do nosso cliente, a injustiça de uma situação, ou a relevância social de um caso, o texto ganha uma dimensão totalmente diferente.
É a nossa chance de ir além do tecnicismo e criar uma conexão genuína com o julgador. Contar uma história com empatia, usando exemplos práticos que ilustrem seus argumentos, é algo que eu sempre busco fazer.
Isso não apenas demonstra nossa experiência, mas também dá vida ao texto, tornando-o memorável.
Cultivando a Experiência e Autoridade para Construir Confiança
No nosso mundo, onde a informação está em todo lugar, ser “apenas” um advogado não basta. Precisamos ser vistos como autoridades, como pessoas de confiança.
E isso, na minha humilde opinião, se constrói com experiência e com a forma como a gente compartilha nosso conhecimento. Quando escrevemos, a gente não está só defendendo um cliente, estamos construindo a nossa marca, o nosso legado.
É fundamental citar jurisprudências e normas relevantes, mas também é importante que a gente transpareça a nossa vivência, o nosso “andar na estrada”.
Aquele “eu já vi isso acontecer” ou “pela minha experiência, o caminho é esse” faz toda a diferença. Isso não é arrogância; é autoridade. E isso gera confiança.
Um estudo da Harvard Business Review, por exemplo, mostrou que empresas que usam linguagem simples têm uma taxa de satisfação do cliente 20% maior. Isso se reflete na nossa reputação e na confiança que os clientes depositam em nós.
Revisão Implacável: O Polimento Final da Perfeição
A Etapa Essencial para Garantir a Qualidade e a Precisão
Ah, a revisão! Para muitos, é a parte chata, mas para mim, é o toque mágico que transforma um bom texto em um texto impecável. Eu aprendi, apanhando muito, que nenhum documento sai perfeito na primeira versão.

É na revisão que a gente pesca aqueles erros gramaticais, as incoerências lógicas, as redundâncias chatas e até mesmo os termos jurídicos que usamos de forma equivocada.
É uma fase onde a gente se distancia um pouco do “escritor” e vira um “leitor crítico” do próprio trabalho. E quer saber? Muitas vezes, um colega de confiança pode ser o melhor revisor.
Uma segunda, terceira, ou até quarta leitura garante que o nosso texto não apenas esteja correto, mas que ele realmente brilhe, transmitindo a nossa mensagem com a clareza e a força que ela merece.
| Aspecto Essencial | Descrição Detalhada | Impacto na Redação Jurídica |
|---|---|---|
| Linguagem Clara e Concisa | Uso de frases curtas, vocabulário simples e eliminação de jargões desnecessários para facilitar a compreensão. | Aumenta a clareza, objetividade e acessibilidade do documento para o público e o julgador. |
| Estrutura Lógica | Organização do texto com títulos, subtítulos e parágrafos curtos, seguindo um fluxo coerente de ideias. | Melhora a legibilidade, permite que o leitor siga o raciocínio facilmente e fortalece a argumentação. |
| Persuasão e Empatia | Inclusão de elementos que tocam a emoção, humanizam o caso e constroem uma conexão com o leitor, sem perder o rigor técnico. | Torna o texto mais cativante, memorável e eficaz na obtenção do convencimento. |
| Uso Estratégico da Tecnologia | Emprego de ferramentas de IA para otimizar pesquisa, análise e redação, liberando o advogado para tarefas estratégicas. | Aumenta a eficiência, reduz erros e permite um maior foco na estratégia e personalização dos argumentos. |
| Revisão Rigorosa | Processo de múltiplas leituras e correções para eliminar erros gramaticais, incoerências e garantir a precisão jurídica. | Assegura a qualidade final do documento, reforça a credibilidade e evita falhas que possam comprometer o caso. |
A Revisão Coletiva e a Visão de Fora: Um Olhar Fresco
Sei que às vezes o tempo é curto, mas se você tiver a oportunidade, peça para um colega revisar seu texto. A gente fica tão imerso no processo de criação que certos erros ou passagens confusas simplesmente desaparecem da nossa percepção.
Um olhar de fora, sem o viés da nossa própria escrita, consegue identificar pontos que precisam ser melhorados, ambiguidades que podem surgir, ou até mesmo argumentos que poderiam ser mais fortes.
Essa troca de ideias e a revisão coletiva são, para mim, um dos maiores trunfos para elevar a qualidade dos nossos documentos. É um investimento de tempo que se paga com juros, garantindo que o seu trabalho seja compreendido e valorizado por todos que o leem.
A Importância da Autoridade e Credibilidade no Ambiente Digital
Construindo seu E-E-A-T: Experiência, Expertise, Autoridade e Confiabilidade
No cenário digital de hoje, não basta ser bom, é preciso *parecer* bom e, acima de tudo, *ser* bom aos olhos dos mecanismos de busca e do seu público.
O Google, por exemplo, valoriza muito o que chamamos de E-E-A-T: Experiência, Expertise, Autoridade e Confiabilidade. Isso significa que, ao escrever para o seu blog ou para o seu site, você precisa demonstrar que tem experiência real na área, que é um especialista no assunto, que sua voz é autoritária e, por fim, que as informações que você compartilha são totalmente confiáveis.
Já percebi que quem consegue equilibrar o conhecimento técnico com a capacidade de comunicar isso de forma acessível, usando exemplos práticos da sua vivência, ganha muito mais destaque.
É como se o algoritmo dissesse: “Essa pessoa sabe do que está falando porque já passou por isso e tem resultados para provar”. Não é só teoria, é prática com sabedoria!
SEO Otimizado: Seu Conteúdo Chegando a Quem Precisa
Eu sei que “SEO” pode parecer um bicho de sete cabeças para muitos advogados, mas, acreditem, é a nossa ponte para o mundo digital. É ele que faz com que os seus artigos, petições e conteúdos cheguem aos potenciais clientes que estão pesquisando por soluções jurídicas no Google.
É uma forma de marketing jurídico que, quando bem aplicada, atrai tráfego qualificado e sem gastar rios de dinheiro com anúncios. Para mim, é essencial pensar nas palavras-chave que o seu público-alvo usaria para encontrar o que você oferece.
Por exemplo, em vez de “recurso extraordinário”, talvez “como recorrer de uma decisão judicial” seja mais buscado por um leigo. Além disso, a forma como seu site está estruturado, a velocidade de carregamento e o design responsivo também influenciam na sua visibilidade.
É um trabalho contínuo, mas que posiciona você como referência na sua área, gerando autoridade digital e, claro, mais oportunidades de negócio.
Monetizando Seu Conhecimento: Além da Petição
Expandindo Horizontes: Cursos, Consultorias e E-books
A gente vive em um momento em que nosso conhecimento vale muito mais do que a gente imagina. E a internet nos abriu portas incríveis para monetizar essa bagagem que acumulamos ao longo dos anos.
Não é só sobre peticionar, é sobre compartilhar o que sabemos! Eu tenho visto muitos colegas, inclusive eu, explorando outras avenidas de receita, como a criação de cursos online e mentorias especializadas.
Imagina só: você pega todo aquele conhecimento que tem sobre um nicho específico do direito, organiza em módulos didáticos e vende o acesso. Plataformas de ensino facilitam muito isso.
Além disso, e-books e consultorias personalizadas são excelentes formas de oferecer valor e, ao mesmo tempo, gerar uma renda extra. É uma forma de escalar o nosso trabalho e impactar ainda mais pessoas, sem depender apenas das horas dedicadas a cada processo.
É desafiador, sim, mas a sensação de ver seu conhecimento transformando a vida de outros colegas ou de clientes é algo impagável!
O Poder do Conteúdo Gratuito para Atrair e Converter
“Mas como eu vou atrair gente para comprar meus cursos ou e-books?”, você deve estar se perguntando. A resposta, meus amigos, é conteúdo gratuito de qualidade!
Eu aprendi que quanto mais a gente entrega valor sem pedir nada em troca, mais a gente constrói uma audiência fiel e engajada. Pensem neste blog: ele é uma forma de compartilhar conhecimento, de ajudar vocês, e, no fim das contas, de mostrar minha expertise.
Artigos informativos, posts de blog, vídeos no YouTube, podcasts – tudo isso estabelece sua autoridade e gera confiança. As pessoas te encontram, aprendem com você, e quando precisam de algo mais aprofundado ou de um serviço, quem elas vão procurar?
Você! É uma via de mão dupla que, no longo prazo, se traduz em reconhecimento e, consequentemente, em monetização. A chave é ser generoso com o conhecimento e sempre focar em resolver as dúvidas e problemas do seu público.
Para Finalizar
Chegamos ao fim da nossa conversa sobre como podemos transformar a nossa escrita jurídica e, por consequência, a nossa carreira. Eu sempre digo que a comunicação é a chave para o sucesso em qualquer área, e no direito não é diferente. Espero, de coração, que as dicas e reflexões que compartilhamos aqui inspirem você a olhar para seus documentos e para sua presença digital com outros olhos. Lembre-se que cada palavra que escrevemos é uma oportunidade de conectar, persuadir e construir a nossa autoridade. O caminho para se destacar é aprimorar-se continuamente e usar as ferramentas que temos à disposição, sejam elas as novas tecnologias ou a velha e boa prática da revisão. Vamos juntos nessa jornada de uma advocacia mais humana, eficaz e adaptada aos novos tempos!
Informações Úteis para Você
1.
Invista em Cursos de “Plain Language”
Aprender a escrever de forma clara e objetiva é uma habilidade que transcende o direito e é muito valorizada hoje em dia. Existem diversos cursos, tanto online quanto presenciais, focados em “Plain Language” ou linguagem simples. Eles podem oferecer técnicas e exercícios práticos para desburocratizar sua escrita sem perder a formalidade necessária. Acredite, um texto mais acessível não só agrada o julgador, mas também fortalece sua imagem profissional e facilita a comunicação com seus clientes, que muitas vezes se sentem perdidos no nosso “juridiquês”. Eu mesma já fiz alguns e sinto que minha comunicação melhorou muito!
2.
Explore Ferramentas de Revisão com IA
Não tenha medo de usar a tecnologia a seu favor! Além dos tradicionais corretores ortográficos, existem plataformas baseadas em Inteligência Artificial que podem ajudar a aprimorar o estilo do seu texto, identificar redundâncias, sugerir sinônimos mais adequados e até mesmo avaliar a clareza e a legibilidade do seu conteúdo. Para nós, que vivemos correndo contra o tempo, essas ferramentas são um “mão na roda” para garantir a qualidade final dos documentos sem sacrificar horas valiosas que poderiam ser dedicadas à estratégia do caso. É como ter um segundo par de olhos, superpotente, revisando seu trabalho.
3.
Crie um Blog ou Canal no YouTube
Se você quer realmente construir sua autoridade e atrair mais clientes, considere compartilhar seu conhecimento em plataformas digitais. Um blog jurídico ou um canal no YouTube onde você explica temas complexos de forma simples e didática pode fazer maravilhas pela sua visibilidade. É uma forma de demonstrar sua experiência, seu expertise, e se posicionar como uma referência na sua área. Além disso, é um excelente canal para aplicar as técnicas de SEO que discutimos e atrair tráfego orgânico, construindo uma audiência fiel que confia no seu trabalho. Comece com temas que você domina e que geram muitas dúvidas para o público geral.
4.
Participe de Grupos de Estudo e Revisão
A troca de ideias e a revisão por pares são inestimáveis. Procure grupos de colegas advogados que tenham interesse em aprimorar a escrita jurídica. Vocês podem revisar os textos uns dos outros, dar feedbacks construtivos e discutir as melhores práticas. Essa colaboração não só melhora a qualidade individual do trabalho de cada um, mas também enriquece o conhecimento coletivo e fortalece a rede de contatos. Às vezes, um olhar de fora consegue identificar pontos de melhoria que nós, imersos na nossa própria escrita, não percebemos. É uma prática que me ajudou muito a refinar meus argumentos.
5.
Mantenha-se Atualizado com as Novas Tendências do Marketing Jurídico Digital
O mundo digital está em constante evolução, e com o marketing jurídico não é diferente. Dedique um tempo para ler sobre as novidades em SEO, estratégias de conteúdo, redes sociais e outras ferramentas que podem impulsionar sua carreira. Entender como o Google “lê” e classifica seu conteúdo é fundamental para que ele chegue ao maior número de pessoas possível. Estar por dentro dessas tendências não só ajuda a otimizar sua presença online, mas também demonstra sua proatividade e adaptação aos desafios do século XXI. É um investimento de tempo que se traduz em mais oportunidades e reconhecimento para sua prática jurídica.
Resumo dos Pontos Essenciais
Para fecharmos com chave de ouro e fixarmos o que realmente importa, quero reforçar que aprimorar a sua redação jurídica é um processo contínuo e transformador. Lembre-se sempre de buscar a clareza e a objetividade, abandonando o “juridiquês” desnecessário para que sua mensagem seja compreendida e valorizada. Abrace a tecnologia, utilizando a Inteligência Artificial como uma aliada estratégica para otimizar suas tarefas e pesquisas, mas nunca substituindo sua expertise e seu toque humano. Estruture seus documentos de forma lógica e persuasiva, com títulos e parágrafos concisos que guiem o leitor pelo seu raciocínio. Não tenha medo de humanizar seu texto, construindo uma conexão emocional e demonstrando sua experiência e autoridade para gerar confiança. E, claro, a revisão implacável é o polimento final que garante a perfeição. Além disso, explore o mundo digital para construir sua marca, monetizar seu conhecimento e impactar mais pessoas, sempre focado em oferecer valor e resolver os problemas do seu público. Seu sucesso é a sua comunicação.
Perguntas Frequentes (FAQ) 📖
P: Como podemos ir além da simples aplicação da lei para realmente criar documentos que se destaquem e persuadam o juiz ou as partes?
R: Ah, essa é a pergunta de um milhão de euros, não é? A gente aprende a lei na faculdade, mas ninguém nos ensina a contar uma história com ela. E, acreditem, é exatamente isso que precisamos fazer!
Eu, por exemplo, antes de começar a rascunhar qualquer petição crucial, gasto um tempo considerável pensando na “narrativa” do meu cliente. Não é sobre inventar, claro, mas sobre apresentar os fatos de uma forma tão clara, lógica e até, se me permitem, emocionante, que o juiz sinta a justiça da sua causa.
Lembro-me de um caso em que a lei era bem cinzenta, mas a forma como eu estruturei os argumentos, conectando cada fato a uma consequência humana e social, fez toda a diferença.
Sabe, é como pintar um quadro: não basta ter as cores (as leis), você precisa saber como misturá-las para criar uma obra que realmente toque quem vê. Pensem na clareza, na coesão e na capacidade de antecipar o contra-argumento.
Se o seu documento já responde às possíveis objeções da outra parte antes mesmo delas surgirem, você já está um passo à frente. É um jogo de xadrez, e o seu documento é a sua jogada mais estratégica!
P: A tecnologia está mesmo revolucionando a escrita jurídica? Quais ferramentas você, como eu, que já usei, recomenda para simplificar e otimizar nosso trabalho?
R: Com certeza! Digo, quem ainda vive sem a ajuda da tecnologia hoje em dia? Confesso que, no início, eu era um pouco cética.
Achava que nada substituiria a nossa caneta e o bom e velho código impresso. Mas, meus amigos, mudei completamente de ideia! Hoje, não consigo imaginar minha rotina sem certas ferramentas que, para mim, são verdadeiros game-changers.
Plataformas de pesquisa jurídica online, por exemplo, são essenciais. Elas não só aceleram a busca por jurisprudência e doutrina, como nos permitem acessar um universo de informações que antes levaria horas em bibliotecas físicas.
E vou mais longe: já experimentei assistentes de redação que usam inteligência artificial. Não para escrever por mim, claro, mas para revisar a clareza, a gramática, a coesão e até para sugerir termos mais precisos.
É como ter um segundo par de olhos, superpotente, revisando seu trabalho. Pensem em quanto tempo economizamos e o quão mais polidos nossos documentos saem.
A cereja do bolo são as ferramentas de automação de documentos. Para aquelas peças mais rotineiras, elas nos poupam um tempo precioso, permitindo que a gente foque naquilo que realmente exige nosso toque estratégico e criativo.
É uma mão na roda, juro!
P: Além do conhecimento jurídico, quais são aquelas ‘técnicas de ouro’ que você mencionou e que realmente fazem a diferença na hora de redigir um documento crucial?
R: Ah, as “técnicas de ouro”! Essa é a parte que me empolga, pois é onde a nossa experiência e arte se encontram. Uma das primeiras coisas que aprendi, e que mudou a forma como eu via a redação jurídica, é que a clareza é rainha.
Esqueçam o juridiquês complicado e as frases longas demais. Imaginem que o juiz tem uma pilha de documentos na mesa dele; o seu precisa ser o mais fácil de entender, o que não exige um esforço extra para decifrar.
Sempre tento usar frases mais curtas, parágrafos concisos e uma linguagem direta. Outra dica valiosíssima: a estrutura! Um bom documento é como uma boa história, com começo, meio e fim bem definidos.
Comece com um resumo impactante – o que eu chamo de “gancho” – que prenda a atenção do leitor logo de cara. Depois, desenvolva seus argumentos de forma lógica e termine com um pedido claro e assertivo.
E, por favor, revisem, revisem e revisem de novo! Eu costumo deixar o documento “descansar” por algumas horas ou até um dia, e depois volto com olhos frescos.
É incrível como a gente pega erros ou oportunidades de melhoria que antes passaram despercebidas. Peça para um colega ler, se possível. Ter uma perspectiva externa é um luxo!
Lembrem-se, cada palavra importa, e cada documento é uma chance de mostrar a qualidade do seu trabalho e a força do seu argumento.






